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Qual é a origem do Dia das Mães?

O dia das mães é uma das festas mais celebradas do mundo. Porém, você sabe como surgiu?

A história surgiu nos Estados Unidos e está relacionada com a figura de Anna Jarvis. Sua mãe, Ann Marie Reeves Jarvis, foi considerada um ícone de sua geração. Preocupada em diminuir a mortalidade das crianças de sua região, Ann Marie Reeves Jarvis fundou o Mother’s Day Work Club, local onde foi difundido conceitos de higiene e saúde tanto para as crianças quanto para os seus familiares.

Durante a Guerra civil norte-americana (1861-1865), os centros fundados pela senhora Reeves Jarvis passaram a atender os soldados doentes e feridos de qualquer um dos exércitos envolvidos na batalha. Em maio de 1905 Ann Marie Reeves Jarvis veio a falecer no estado da Virgínia, EUA. A sua morte transtornou imensamente a sua filha Anna Jarvis que, para aliviar a dor e honrar a sua mãe, decidiu organizar com algumas amigas ligadas à Igreja Metodista um dia especial para homenagear a todas as mães, assim como ensinar as crianças a importância da figura materna.

O Então governador da cidade, Sr. William E. Glasscok, ficou tão emocionado com a homenagem que decidiu oficializar o dia 26 de abril como sendo o “Dia das Mães” no estado da Virgínia. Em pouco tempo, outros estados adotaram a celebração. A data comemorativa logo chegou aos ouvidos do então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson que em 1914 decidiu, orientado diretamente pela própria Anna Jarvis, oficializar o evento no segundo domingo de maio.

No Brasil, o evento se consolidou no governo provisório de Getúlio Vargas, em 1932. Em Portugal, a comemoração começou na década de 1950, na Itália em 1957 e na Suíça em 1930.

What is (in) an accent?

If you are a speaker of a second language, you might have already listened to comments about your accent. The way we say the words is the primary instance of judgments concerning our language abilities. When we learn English, for example, we know if our teacher speaks British English, American English or Australian English and we spend years trying to speak as a native. The question is, why is it so important to speak as a native? What does an accent carry with it to be hated so much?

Well, let’s start clarifying the difference between accent and pronunciation. Pronunciation is, according to the Oxford Living Dictionary: “The way in which a word is pronounced”, while accent is: “A distinctive way of pronouncing a language, especially one associated with a particular country, area, or social class”. This means that having an accent is not related to the rightness or wrongness of speaking a language, it is rather a different way to speak a language.

Studies in linguistics show that everybody has an accent, and, as stated above, it can be related with diverse cultural factors. One of these factors is the social status of the language. In English, for example, we have the Standard English as the most valuable accent because it shows that the speaker learned the language in a formal way, such as language courses, private lessons or immersion, indicating, thus inferring in a higher social status. On the other hand, someone who learned English without having contact with native speakers will, most likely, have a stronger accent, and, therefore will be associated to a lower social status.

When a foreign speaks a language with an accent, it shows a lot about this person and it is deeply connected to our identities, because it shows who we are beyond the strict language abilities. It is also a way to demonstrate how a language can be alive and used differently among different people. Having an accent should not be in anyway a matter of shame or depreciation, it should, actually, be a reason to be proud of our cultural roots and abilities of learning a new language.  

So, now get your accent and come to speak and learn with us at WLS.

Prepare o delicioso Grittibänz

As festas de fim de ano se aproximam e, com elas, não poderiam ficar de fora os momentos de reflexão, assim como a preparação de deliciosas guloseimas. Na Suíça, além dos biscoitos em diversos formatos e sabores, não pode faltar o famoso Grittibänz, uma espécie de brioche que tem a forma de um homem ou mulher. A origem exata desse «pãozinho » não é conhecida. Diz-se que o mesmo originou-se em Basileia por volta do século XVI. Porém, há quem diga que o delicioso brioche surgiu em Aargau no ano de 1857.;  nessa época, ele era conhecido como « Chriddibänz ». O nome vem de  « Gritte, grittle, grättle », que se refere à posição das pernas, ou seja, pernas abertas. A segunda parte do nome vem de Benz ou Bänz, que era a abreviação de Benedikt, um nome muito comum naquela época, como Hans (João).

Uma coisa é certa, tão divertido como se sentar à mesa e degustar o delicioso Grittibänz é prepará-lo com a família. Veja a receita abaixo e mãos à massa :

Ingredientes para 6 Grittibänz

1Kg Zopfmehl (farinha de trigo misturada com farinha de espelta. Usada para fazer pão de trança)

180gr de manteiga

1 cubo/colher de fermento

1 colher de sal

60gr de açúcar

5dl de leite

2 ovos

Uvas passas

Pedacinhos de amêndoas

Preparação :

Para fazer a massa, misture o açúcar, o sal e a farinha especial para o pão de trança. Forme uma cavidade. Derreta a manteiga e deixe esfriar um pouco. Dissolva o fermento com um pouco de leite. Coloque na cavidade a manteiga derretida, leite, o fermento derretido em leite e 1 ovo e misture tudo com as mãos.

Sove a massa com as mãos por pelo menos 10 minutos até obter uma textura lisa e elástica (ao cortar com uma faca, nenhuma bolha de ar deve aparecer). Cobrir a massa e aguardar por 1 hora. A massa irá duplicar de tamanho. Sove novamente a massa. Dê forma ao Grittibänz, decore como quiser, pincele com a mistura de ovo (clara e gema). Asse em forno médio preaquecido (220 °C) durante aproximadamente 20 minutos.